Quem diria que eu fosse igual a vento,
que eu fosse igual ao tempo,
igual a uma musica,
a algo que passa...
Eu passo.
Passo por muitos,
nem todos me sentem,
marco uns,
E poucos que insistem em me acompanhar.
Eu me transformo,
eu ajudo a transformar.
Eu largo,
eu vicio,
eu esqueço,
e lembro.
Eu estou aqui,
mas logo deixo de estar,
pode me encontrar na esquina,
e me desencontrar no bar.
Não sou um fantasma,
sou simplesmente eu,
sou mais um ser um humano,
que um dia se escondeu,
no outro se mostrou,
e então caminhou.
Sou passageira,
não sou de ninguém,
vivo minha vida,
e fico andar...
domingo, 28 de julho de 2013
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1 comentários:
Muito bom seu poema!!!!
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