se essa poeira voasse com o vento e sumisse da vista,
e se você percebe-se que foi só ilusão de ótica, alucinação, fruto de sonho, muito bem sonhado,
e então se enxerga-se perto de um abismo sem fundo, porém sem nada ao redor, sem montanha pra subir, caminho pra seguir, só um buraco, um buraco sem fim.
Será que ficar parada seria algo útil de se fazer?
Será que pular e enfrentar esse desafio a sua frente seria o próximo passo pra continuar a viver?
Será que pular e enfrentar esse desafio a sua frente seria o próximo passo pra continuar a viver?
Ou ele vai simplesmente resultar num pulo para o infinito, e fim?
Se eu tenho que recomeçar, acho que seria justo ter uma plaquinha: "-Aqui o seu recomeço. Primeiro Passo:... " Mas não tem. Estou no meio da mata, nenhum caminho, ou até podem ser muitos, eu só preciso de "um facão" e criar minha própria trilha, mas pra que lado, eu só vejo o horizonte, mais horizonte, e outros horizontes, bem, não importa, vou começar a andar pelo o local a minha frente, depois de muitos passos certamente irei encontrar o meu caminho, ou o início deste.
Então, se me resta pular, eu pulo, e me resta andar, eu ando, se ainda tem algo a acrescentar na minha vida, eu VIVO.
São pensamentos simples, óbvios, mas que fazem certas coisas acontecerem, que não deixa o mundo parado, e que muitas vezes influencia um ambiente, contorna ideais, transforma personalidades, inspira poetas e prosadores, intrigam os jornalistas, e alimenta um ciclo, vários ciclos.
1 comentários:
Oi, amiga. E nessa viagem, dilema, dúvidas e incertezas é a vida que vivemos - Viajei legal, mas gostei do texto e volte a escrever. Mesmo que eu seja sua única leitora -
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