Me desculpe, mas eu não sei julgar beleza.
Irei falar mil besteiras, mas nunca direi o que deve ser dito.
Me desculpe, mas eu não tenho nada a comentar.
Novamente, irei dizer mil besteiras, mas a mente humana nunca foi certa.
Me desculpe, por ser somente eu.
Não ser ninguém especial, ou extraordinário.
Me desculpe, por nº coisas.
Não, não podem ser inúmeras coisas.
Me desculpe, mesmo pelo o que eu não fiz.
Principalmente se servir pra ti acalmar.
Sinto não ter mais pelo que me desculpar.
Mas, mesmo assim, me desculpe.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
De passagem...
Quem diria que eu fosse igual a vento,
que eu fosse igual ao tempo,
igual a uma musica,
a algo que passa...
Eu passo.
Passo por muitos,
nem todos me sentem,
marco uns,
E poucos que insistem em me acompanhar.
Eu me transformo,
eu ajudo a transformar.
Eu largo,
eu vicio,
eu esqueço,
e lembro.
Eu estou aqui,
mas logo deixo de estar,
pode me encontrar na esquina,
e me desencontrar no bar.
Não sou um fantasma,
sou simplesmente eu,
sou mais um ser um humano,
que um dia se escondeu,
no outro se mostrou,
e então caminhou.
Sou passageira,
não sou de ninguém,
vivo minha vida,
e fico andar...
que eu fosse igual ao tempo,
igual a uma musica,
a algo que passa...
Eu passo.
Passo por muitos,
nem todos me sentem,
marco uns,
E poucos que insistem em me acompanhar.
Eu me transformo,
eu ajudo a transformar.
Eu largo,
eu vicio,
eu esqueço,
e lembro.
Eu estou aqui,
mas logo deixo de estar,
pode me encontrar na esquina,
e me desencontrar no bar.
Não sou um fantasma,
sou simplesmente eu,
sou mais um ser um humano,
que um dia se escondeu,
no outro se mostrou,
e então caminhou.
Sou passageira,
não sou de ninguém,
vivo minha vida,
e fico andar...
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Se, então,...
Se tudo desabasse, virasse poeira,
se essa poeira voasse com o vento e sumisse da vista,
e se você percebe-se que foi só ilusão de ótica, alucinação, fruto de sonho, muito bem sonhado,
e então se enxerga-se perto de um abismo sem fundo, porém sem nada ao redor, sem montanha pra subir, caminho pra seguir, só um buraco, um buraco sem fim.
Será que ficar parada seria algo útil de se fazer?
Será que pular e enfrentar esse desafio a sua frente seria o próximo passo pra continuar a viver?
Será que pular e enfrentar esse desafio a sua frente seria o próximo passo pra continuar a viver?
Ou ele vai simplesmente resultar num pulo para o infinito, e fim?
Se eu tenho que recomeçar, acho que seria justo ter uma plaquinha: "-Aqui o seu recomeço. Primeiro Passo:... " Mas não tem. Estou no meio da mata, nenhum caminho, ou até podem ser muitos, eu só preciso de "um facão" e criar minha própria trilha, mas pra que lado, eu só vejo o horizonte, mais horizonte, e outros horizontes, bem, não importa, vou começar a andar pelo o local a minha frente, depois de muitos passos certamente irei encontrar o meu caminho, ou o início deste.
Então, se me resta pular, eu pulo, e me resta andar, eu ando, se ainda tem algo a acrescentar na minha vida, eu VIVO.
São pensamentos simples, óbvios, mas que fazem certas coisas acontecerem, que não deixa o mundo parado, e que muitas vezes influencia um ambiente, contorna ideais, transforma personalidades, inspira poetas e prosadores, intrigam os jornalistas, e alimenta um ciclo, vários ciclos.
Assinar:
Comentários (Atom)